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Eugenia gracillima Kiaersk. (Myrtaceae) pulp: composition, stability, and food application as a natural colorant

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dc.contributor.author Feitosa, Bruno Fonsêca
dc.contributor.author Mariutti, Lilian Regina Barros
dc.date 2026-04-06
dc.date.accessioned 2026-04-04
dc.date.accessioned 2026-04-08T01:11:46Z
dc.date.available 2026-04-08T01:11:46Z
dc.identifier.uri https://doi.org/10.25824/redu/IXW5Q0
dc.identifier.uri https://redu.unicamp.br/dataset.xhtml?amp;persistentId=doi:10.25824/redu/IXW5Q0
dc.description A Eugenia gracillima Kiaersk., popularmente conhecida como murta, trata-se de uma planta medicinal da família Myrtaceae. Seus frutos comestíveis são explorados na forma fresca ou como ingredientes em produtos alimentícios, e podem ser fonte de compostos fenólicos, flavonoides e antocianinas. Atualmente, existe interesse comercial no seu estudo como um corante natural, seguindo uma tendência de incorporação dos atributos de qualidade desejáveis em sistemas modelo de laticínios. Nesse sentido, o presente estudo foi estruturado em três capítulos. O Capítulo I foi intitulado “Edible fruits of the genus Eugenia L. (Myrtaceae) as sources of phenolic compounds: A review with emphasis on undervalued species”, o qual catalogou espécies frutíferas do gênero Eugenia L. e seus compostos fenólicos. Os dados foram coletados em relação à fonte (espécie de fruto, parte específica e país de origem), processo de extração (método, solvente, temperatura e tempo) e teor de fenólicos. Os ácidos gálico e elágico, a quercetina e a cianidina-3-O-glicosídeo foram os compostos fenólicos mais citados. Já o Capítulo II foi intitulado “Fresh and freeze-dried pulp of Eugenia gracillima Kiaersk. (Myrtaceae): Composition and thermostability of an unconventional edible Brazilian fruit”. Entre os resultados estão o perfil de açúcares por HPLC–MS, composição mineral por MP–AES, e análise não direcionada de metabólitos por UHPLC–QTOF–MS. Observou-se predominância de frutose na polpa fresca, bem como Ca, Mg (46,60 e 55,99 mg 100 g−1, respectivamente), ácido cítrico e compostos fenólicos, de forma similar a outras frutas tropicais. Além disso, as propriedades térmicas revelaram melhor estabilidade da polpa liofilizada até 200 °C em comparação a polpa fresca. Finalmente, Capítulo III foi intitulado “Eugenia gracillima Kiaersk. pulp as an alternative natural colorant in a fermented dairy model system”. Foram preparadas seis formulações (Ic, I1–I5). Este capítulo enfatizou que os laticínios fermentados I4 e I5 (6,0 e 7,5 mL de polpa de murta por 80 mL de iogurte, respectivamente) apresentaram boa estabilidade da acidez total após 35 dias (t5: 0,92 e 0,88% de ácido lático, respectivamente). No monitoramento da cor dos iogurtes, verificou-se alterações significativas com a adição de diferentes proporções da polpa de E. gracillima Kiaersk. De modo geral, infere-se que a murta (E. gracillima Kiaersk.) é uma espécie subvalorizada, possuindo alto potencial como corante natural alternativo aos sintéticos.
dc.description.sponsorship Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.description.sponsorship Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.format application/pdf
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dc.format text/tab-separated-values
dc.publisher Feitosa, Bruno Fonsêca
dc.subject Agricultural Sciences
dc.title Eugenia gracillima Kiaersk. (Myrtaceae) pulp: composition, stability, and food application as a natural colorant
dc.description.sponsorshipId CAPES: 001
dc.description.sponsorshipId CAPES: 305778/2022-6


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