No caso das caixas convencionais, historicamente as esteiras evoluíram de cordas de tripas de animais, utilizadas em tambores militares para os fios metálicos modernos, otimizando projeção e controle de harmônicos. No século XX, materiais como aço e bronze tornaram-se predominantes, acompanhando a evolução das esteiras no caso da bateria e das exigências musicais. Hoje, com variações em número de fios, tensão ajustável e até modelos sintéticos, as esteiras continuam a se diversificar, ampliando as possibilidades sonoras das caixas convencionais.
Em se tratando das Caixas de Marabaixo, fica claro que a função é a mesma. Atualmente, se usa miçangas, sementes e outros materiais para chegar a esta sonoridade. Para tanto, ainda podemos encontrar relatos dos mestres sobre esteiras feitas de tripa ou outros materiais, desta forma, as Caixas de Marabaixo nos reportam a uma verdadeira viagem na história e reforça o quanto as tradições são mantidas por anos.
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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